O
CHÃO QUE MATAVA
|
||
Diogo
de Castro Costa
|
||
- Vai porra! Vai! - Espera. - Espera o quê?... Vai porra! Vai! - Calma. - Anda molenga! - Toma. - E fez mesmo... - Não me disse pra ir? - Mas está doendo! - E agora? O que a gente fala pra nosso pai? - A gente inventa... diz que caiu no chão... assim ó. - Fez de novo! Babaca... Beto?... Pegou em você?.. Beto! Acorda! Beto?... Levanta daí vai! Abre o olho, fala comigo! Anda! Mas... E mas nada, ficou na eterna expectativa olhando o chão que matava. |
||